Kawasaki Engines: por que somos conhecidos pela fiabilidade
Sabemos o quanto a nossa comunidade de paisagistas depende do seu equipamento.
Quando está no meio de uma agenda exigente, com vários locais de trabalho e longas horas de corte pela frente, há apenas uma coisa que importa — a capacidade de continuar sem abrandar.
É exatamente para isso que os motores Kawasaki foram concebidos. Há décadas que desenvolvemos motores para profissionais, garantindo que o seu equipamento responde mesmo nas condições mais exigentes.
Foi assim que construímos uma reputação assente numa potência que nunca falha.
Os paisagistas já sabem a resposta — potência insuficiente pode comprometer tanto o corte como a produtividade.
O seu equipamento só é tão bom quanto o motor que o alimenta: um motor Kawasaki permite-lhe enfrentar relva densa ou vegetação difícil com total facilidade.
Desenvolvemos motores para paisagistas, preparados para qualquer desafio.
A potência tem de estar alinhada com o trabalho a realizar. Se estiver a trabalhar em grandes áreas, vai precisar de mais potência para acompanhar o rendimento exigido — já para um pequeno jardim, um motor maior pode não ser a opção mais eficiente. Como explica Alan Lunn, engenheiro de aplicações da Kawasaki Engines EU: “Tudo depende de adequar a potência à aplicação. Um motor muito grande seria excessivo para espaços pequenos, consumindo mais combustível e acrescentando peso — mas, em utilização profissional, essa potência extra e robustez são essenciais”.
Os nossos motores a 2 tempos e 4 tempos são desenvolvidos para oferecer o nível de desempenho de que os profissionais precisam. Cada uma das nossas séries de motores V-Twin – FR, FS, FX e FT – foi concebida para diferentes níveis de exigência. A série FX inclui os nossos motores mais potentes, capazes de acompanhar cargas de trabalho comerciais intensivas e exigentes.
Entre os nossos motores a 2 tempos, o TJ53E é o mais potente, oferecendo uma potência máxima 40% superior à do TJ45E. Foi desenvolvido para profissionais que trabalham nas condições mais difíceis, na limpeza de vegetação densa e de grandes áreas com crescimento excessivo.
Cada detalhe dos nossos motores é cuidadosamente pensado e testado; eficiência, peso e conformidade regulamentar são fatores essenciais. Num motor potente para corta-relvas, é necessário encontrar o equilíbrio certo. Por exemplo, nos nossos motores V-Twin, as câmaras de combustão esféricas e as válvulas em V à cabeça foram concebidas para maximizar a potência, mantendo a eficiência de combustível, enquanto muitos componentes utilizam materiais simultaneamente leves e resistentes.
Fazemos tudo o que está ao nosso alcance para maximizar a potência dos nossos motores de acordo com a exigência de cada aplicação. No final, como afirma Alan, trata-se de “ter o motor certo para o trabalho em questão”.

Num motor de combustão, a potência é gerada através do ciclo Otto: admissão, compressão, ignição e exaustão.
A admissão ocorre quando o pistão desce no cilindro, as válvulas de admissão abrem e a pressão negativa aspira a mistura de ar-combustível para o cilindro. As válvulas de admissão fecham e o pistão sobe no cilindro, comprimindo a mistura. Pouco antes de o pistão atingir o ponto mais alto do curso, a mistura é inflamada pela vela de ignição. Este momento é calculado para que a pressão máxima gerada pela combustão seja convertida no movimento descendente do pistão. Por fim, quando o pistão volta a subir, a válvula de escape abre e os gases quentes são expulsos, completando os 4 ciclos.
Nas aplicações paisagísticas, os engenheiros têm de considerar todas as características do motor para garantir o equilíbrio ideal entre potência e binário exigido pela aplicação — sendo o binário a força de rotação da cambota e a potência a velocidade a que esse trabalho é realizado.
“Os motores de corta-relvas procuram manter a potência máxima, mas relva alta exige mais binário — e quando se junta inclinações e curvas apertadas, há imediatamente menos potência disponível para o corte. É aqui que entram os nossos motores com injeção eletrónica de combustível (EFI)”, explica Alan.
Nos nossos motores EFI, o controlo eletrónico integrado da aceleração ajusta continuamente a potência à carga, mantendo um regime do motor estável independentemente das condições, como movimentação em relva densa ou subir uma inclinação.
Não exageramos o desempenho dos motores Kawasaki. Sabemos que ligeiras diferenças em margens são significativas, por isso, damos aos profissionais uma visão realista de como o motor irá responder em condições reais de utilização.
Tudo isto é testado num motor de produção e medido de acordo com a norma SAE J1349 — uma verificação independente realizada por especialistas validados pela SAE, concebida para garantir que o motor entrega o desempenho anunciado. Estes testes medem a potência real do motor para fornecer dados precisos.
Naturalmente, a potência varia consoante fatores como as condições ambientais e a manutenção, mas com equipamentos Powered by Kawasaki, sabe exatamente o que esperar do seu motor: desempenho fiável e consistente.
Eleve o nível da sua frota com equipamentos Powered by Kawasaki. Em combinação com equipamentos de fabricantes líderes de mercado, um motor Kawasaki dá-lhe a confiança necessária para enfrentar qualquer trabalho.
Explore o equipamento Powered by Kawasaki ainda hoje.
Sabemos o quanto a nossa comunidade de paisagistas depende do seu equipamento.
Já se questionou sobre o que torna um motor Kawasaki um motor de qualidade? Ou qual a diferença entre um motor fiável e um que o deixa ficar mal?
Alan Lunn, Engenheiro de Aplicações na Kawasaki Engines UE, é responsável pela integração suave de motores e equipamentos. Alan explica o processo e os desafios envolvidos e esclarece de que forma a Kawasaki coopera com os colaboradores, com o objetivo de garantir a qualidade.
Está à procura de equipamentos que impulsionem a sua empresa para o próximo nível? Desde o aumento da produtividade até ao melhor desempenho de corte, a máquina certa pode dar-lhe vantagem sobre a concorrência.